Manejo e conservação da flora
O BAMBUZAL ESTÁ SENDO REMOVIDO? Não. O trabalho realizado consiste em um manejo seletivo e gradual, destinado à conservação dos bambus existentes. Foram retirados colmos secos, mortos, comprometidos, excessivamente adensados ou que apresentavam interferência sobre escadas, caminhos e estruturas do Pergolado. Os maciços permanecem preservados e continuarão compondo a paisagem do local.
QUAL O OBJETIVO DESSE MANEJO? O manejo busca:
preservar a saúde dos maciços;
reduzir riscos aos visitantes;
evitar o avanço dos bambus sobre escadas e caminhos;
proteger o Pergolado e outras estruturas históricas;
conservar a paisagem característica do bambuzal.
OS BAMBUS VÃO DESAPARECER? Não. Os maciços permanecerão conservados. O trabalho não prevê a eliminação do bambuzal nem sua substituição por outro uso. Ao contrário, o objetivo é estimular o crescimento de forma ordenada, mantendo assim, a conservação e longevidade.
ESTÁ SENDO FEITA ALGUMA OBRA NO LOCAL? Não. O manejo não envolve implantação de novos equipamentos, abertura de áreas, alterações de uso ou obras de acessibilidade. Trata-se exclusivamente de uma ação de manutenção e conservação ambiental.
O PERGOLADO SERÁ ALTERADO? Não. Uma das finalidades do manejo é justamente reduzir a interferência dos bambus sobre o Pergolado, preservando essa estrutura histórica. Não há intervenção física na edificação protegida.
O MANEJO POSSUI RESPALDO TÉCNICO? Sim.
O manejo é realizado sob a responsabilidade de profissional técnico legalmente habilitado, com acompanhamento e supervisão das atividades, observando critérios técnicos e normas ambientais, além das diretrizes de preservação do patrimônio histórico do Parque. Todas as intervenções são planejadas e executadas de forma criteriosa, visando conciliar segurança, conservação e proteção do patrimônio público.
O MANEJO POSSUI RESPALDO LEGAL? Sim.
A legislação ambiental vigente prevê que os gêneros de bambu são espécies dispensadas de autorização para poda, transplante ou supressão no âmbito da competência da SVMA (Portaria SVMA nº 51/2024).
Além disso, por se tratar de área tombada, o manejo observa também as normas de proteção do patrimônio histórico e paisagístico.
POR QUE O PARQUE RESOLVEU FAZER ISSO AGORA? O manejo não surgiu em razão das recentes manifestações. Essa necessidade já havia sido registrada anteriormente em fiscalizações da ARSESP, que identificaram bambus ocupando escadas e áreas de circulação, determinando a realização de manejo adequado.
O BAMBUZAL PERMANECERÁ FECHADO? A área está sendo liberada gradualmente, à medida que as etapas do manejo são concluídas com segurança. Nesta primeira fase, o acesso ao bambuzal será retomado a partir de 1º de agosto. Ao longo da continuidade dos trabalhos, poderá ser necessário realizar novos isolamentos temporários em trechos específicos, para permitir a execução das etapas previstas e preservar a segurança dos visitantes. O Parque informará pelos seus canais oficiais sempre que houver alterações relevantes nas condições de acesso.
O ESPAÇO CONTINUARÁ PODENDO RECEBER ATIVIDADES TRADICIONAIS, COMO AS DANÇAS CIRCULARES? Sim. O Parque reconhece a importância histórica, cultural e afetiva das atividades tradicionalmente realizadas no bambuzal. Durante o período de manejo poderão ocorrer adequações temporárias, sempre buscando preservar a continuidade dessas atividades e o diálogo com os grupos envolvidos.
COMO O PARQUE ACOMPANHARÁ A EVOLUÇÃO DA ÁREA? Após a conclusão desta etapa serão realizados:
limpeza completa;
inspeção técnica;
relatório fotográfico comparativo;
monitoramento periódico dos maciços;
novos manejos preventivos sempre que tecnicamente necessários.
ONDE POSSO OBTER MAIS INFORMAÇÕES? O Parque permanece à disposição para prestar esclarecimentos por meio de seus canais oficiais de atendimento (atendimento@aguabrancaparque.com.br) e continuará compartilhando informações sobre a conclusão dos serviços.
Fale com a gente pelo e-mail atendimento@aguabrancaparque.com.br